Hoje em dia não ligamos às coisas mais básicas. Apenas vivemos o decorrer dos factos e do tempo, criando os nossos próprios objectivos pessoais e, por vezes, interferindo (directa ou indirectamente) nos dos outros. A pergunta é: Será que não estamos a ser um pouco... mal-agradecidos?
O que quero dizer com isto é que talvez não estejamos a aproveitar ao máximo o que nos está a ser disponibilizado. Quando chove, por exemplo, na maioria das vezes dizemos no máximo: "Está a chover." Não será bem-vinda um pouco mais de expectativa? Não devíamos apreciar a chuva? Não é tão importante, afinal de contas? Então porque não fazemos isso?
Talvez porque somos egoístas. Pensamos apenas no EU de cada um, e esquecemo-nos do mais básico, que é o NÓS! Devemos aproveitar tudo, como se fosse a última vez!
E chegando a este ponto existe mais uma questão: Imaginemos que estávamos à beira da morte, e que estava a chover. Porque razão iríamos apreciar muito mais a chuva do que se estivéssemos num dia normal? "Ai... vai ser a ultima vez que vou ver isto...". Porquê? Porque só quando estamos desesperados é que ligamos para estas coisas?
Dei o exemplo da chuva, mas há tantos e tantos outros! Agora, um pequeno exercício:
O que quero dizer com isto é que talvez não estejamos a aproveitar ao máximo o que nos está a ser disponibilizado. Quando chove, por exemplo, na maioria das vezes dizemos no máximo: "Está a chover." Não será bem-vinda um pouco mais de expectativa? Não devíamos apreciar a chuva? Não é tão importante, afinal de contas? Então porque não fazemos isso?
Talvez porque somos egoístas. Pensamos apenas no EU de cada um, e esquecemo-nos do mais básico, que é o NÓS! Devemos aproveitar tudo, como se fosse a última vez!
E chegando a este ponto existe mais uma questão: Imaginemos que estávamos à beira da morte, e que estava a chover. Porque razão iríamos apreciar muito mais a chuva do que se estivéssemos num dia normal? "Ai... vai ser a ultima vez que vou ver isto...". Porquê? Porque só quando estamos desesperados é que ligamos para estas coisas?
Dei o exemplo da chuva, mas há tantos e tantos outros! Agora, um pequeno exercício:
Olhem para a janela mais próxima de vocês. Fixem uma nuvem no céu, onde quer que seja. Se não existir, imaginem-na. Agora pensem os caminhos que a nuvem já percorreu até se transformar numa nuvem. Reflictam sobre a idade daquelas partículas de água. E as histórias que contariam, se ganhassem vida.
Tiago
Tiago