Quis agarrar a ti o mar
Quis agarrar a ti o Sol
Quis que o mar fosse maior
Quis que o mar tocasse o Sol
Quis que a luz entrasse em nós
Inundasse o lado frio
Quis agarrar a tua mão
E descer o nosso rio.
Quero agarrar a ti o céu
Quero agarrar a ti o chão
Quero que a chuva molhe o campo
E que o campo seja teu
Para que eu cresça outra vez
Quero agarrar a ti raiz
Quero agarrar a ti o corpo
E eu quero ser feliz...
Quis agarrar a ti o barco
Quis agarrar a ti os remos
Que usamos nas marés
Quando as ondas são de ferro
Quero agarrar a ti a luta
Quero agarrar a ti a guerra
Quero agarrar a ti a praia
E o sabor de chegar a terra
Porque o mar tocou no Sol
Inundou o lado frio
Porque o Sol ficou em nós
E desceu o nosso rio
Por isso dá-me a tua mão
Não largues sem querer
Quero agarrar a ti o mar
Eu quero é viver.
Se tens medo da dor
Vem ver o que é o amor
Se não sabes curar
Vem ser o que é amar
Quero ver-te amanhecer.
---
by Tiago Bettencourt
Tiago'
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domingo, 13 de janeiro de 2008
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
O Fim dos Gato Fedorento!
Neste momento estou a admirar a minha capacidade de fazer um post dedicado a esta quadrilha do humor português. E com esta frase já pus fora de questão que não vão ser os gatos fedorentos da rua que vão acabar, pelo menos por enquanto, mas sim o "Gato Fedorento". Estúpido, não é?
Enfim. Digamos simplesmente que alguns momentos foram bem ganhos, outros nem tanto. Pessoalmente preferia o tempo em que eles faziam sckecthes que valiam por si, sem o apoio da actualidade. No entanto, eles marcaram o humor em Portugal, e certos clips ou piadas vão permanecer eternos.
Recordo-me de alguns: Kunamis, Qual Papel, Paulo Bento.... entre dezenas e dezenas de outros que me faziam rir! Nos momentos musicais do programa, alguns valiam bastante, como a visita de Tiago Bettencourt a intrepretar "Relativamente Feia"!
Como eles mesmo costumam dizer, não valem nada. Mas valem, sim. Valem pelas piadas que o são, de facto. E atingiram sucesso. E vão acabar em grande, na noite de passagem de ano da RTP. Nem eles mesmo queriam acreditar: http://www.youtube.com/watch?v=_oBTb_uCDuA
Enfim... acho que eles iam gostar de eu dizer isto: há melhor. Mas a verdade é que marca e faz rir! :D
Tiago
Enfim. Digamos simplesmente que alguns momentos foram bem ganhos, outros nem tanto. Pessoalmente preferia o tempo em que eles faziam sckecthes que valiam por si, sem o apoio da actualidade. No entanto, eles marcaram o humor em Portugal, e certos clips ou piadas vão permanecer eternos.
Recordo-me de alguns: Kunamis, Qual Papel, Paulo Bento.... entre dezenas e dezenas de outros que me faziam rir! Nos momentos musicais do programa, alguns valiam bastante, como a visita de Tiago Bettencourt a intrepretar "Relativamente Feia"!
Como eles mesmo costumam dizer, não valem nada. Mas valem, sim. Valem pelas piadas que o são, de facto. E atingiram sucesso. E vão acabar em grande, na noite de passagem de ano da RTP. Nem eles mesmo queriam acreditar: http://www.youtube.com/watch?v=_oBTb_uCDuA
Enfim... acho que eles iam gostar de eu dizer isto: há melhor. Mas a verdade é que marca e faz rir! :D
Tiago
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quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Um dia.
Ontem o meu dia decorreu de uma forma engraçada.
De manhã, na escola, a minha turma foi reencaminahda para a biblioteca e sentámo-nos, juntamente com mais duas turmas, em cadeiras em forma de meia-lua. A meio da sala, uma mesa, vazia. Chegou então um escritor chamado Frederico Duarte, que lançou à cerca de um mês o seu primeiro livro, AVATAR: Destino do Universo. Apresentou-o e esteve a responder a algumas perguntas, minhal inclusivé.
No final da conversa toda, quem quis comprar o livro teve direito a uma dedicatória, e eu comprei. Duas minhas colegas ficaram comigo no final da sessão a falar com ele acerca de uns sites de escrita que conhecemos, e ele era bastante simpático. Ficou a saber que gosto de escrever mas nunca consegui levar uma história do início ao fim. Passo a transcrever a dedicatória:
"Para o Tiago, com um grande abraço. Espero que alcances sempre os teus sonhos. Obrigado pelo apoio.
Frederico Duarte"
À noite, fui até à FNAC de almada com o intúito de ver o miniconcerto do Tiago Bettencourt, que seria às 10 da noite. Eram nove quando lá cheguei, e lá estava ele, a ver o que queria comer (porque a FNAC tem sempre aquele bar onde tem um mini-palco). Aproximei-me dele e pedi-lhe para assinar o meu CD. Passo a transcrever a dedicatória:
"Para o Tiago, um abraço.
TB (rubrica)"
Em seguida ouve uma peripécia porque ao tirar o meu CD da mão dele levei sem querer atrás as senhas do bar da FNAC, e ele disse-me: "Olha, não me roubes as senhas que depois não janto!" E rimo-nos os dois. Iupii, fui feliz para casa a seguir ao concerto, que foi simples e espetacular, com não mais de 50 pessoas a ver. Muito familiar, parecia quase um ensaio. Só ele no palco, a rir-se das suas próprias piadas! :)
O que quero dizer com isto? Senti-me realizado com estar com duas pessoas conhecidas, o segundo mais que o primeiro, principalmente porque adoro as músicas dele. Senti-me especial, e no entanto não acho lógica para isso... porque é que nos sentimos especiais quando estamos ao lado de um "famoso"?
Tiago
De manhã, na escola, a minha turma foi reencaminahda para a biblioteca e sentámo-nos, juntamente com mais duas turmas, em cadeiras em forma de meia-lua. A meio da sala, uma mesa, vazia. Chegou então um escritor chamado Frederico Duarte, que lançou à cerca de um mês o seu primeiro livro, AVATAR: Destino do Universo. Apresentou-o e esteve a responder a algumas perguntas, minhal inclusivé.
No final da conversa toda, quem quis comprar o livro teve direito a uma dedicatória, e eu comprei. Duas minhas colegas ficaram comigo no final da sessão a falar com ele acerca de uns sites de escrita que conhecemos, e ele era bastante simpático. Ficou a saber que gosto de escrever mas nunca consegui levar uma história do início ao fim. Passo a transcrever a dedicatória:
"Para o Tiago, com um grande abraço. Espero que alcances sempre os teus sonhos. Obrigado pelo apoio.
Frederico Duarte"
À noite, fui até à FNAC de almada com o intúito de ver o miniconcerto do Tiago Bettencourt, que seria às 10 da noite. Eram nove quando lá cheguei, e lá estava ele, a ver o que queria comer (porque a FNAC tem sempre aquele bar onde tem um mini-palco). Aproximei-me dele e pedi-lhe para assinar o meu CD. Passo a transcrever a dedicatória:
"Para o Tiago, um abraço.
TB (rubrica)"
Em seguida ouve uma peripécia porque ao tirar o meu CD da mão dele levei sem querer atrás as senhas do bar da FNAC, e ele disse-me: "Olha, não me roubes as senhas que depois não janto!" E rimo-nos os dois. Iupii, fui feliz para casa a seguir ao concerto, que foi simples e espetacular, com não mais de 50 pessoas a ver. Muito familiar, parecia quase um ensaio. Só ele no palco, a rir-se das suas próprias piadas! :)
O que quero dizer com isto? Senti-me realizado com estar com duas pessoas conhecidas, o segundo mais que o primeiro, principalmente porque adoro as músicas dele. Senti-me especial, e no entanto não acho lógica para isso... porque é que nos sentimos especiais quando estamos ao lado de um "famoso"?
Tiago
PS: Um leitor assíduo deste blog faz anos hoje... :P Parabêns Alfador, ou Rui, como entenderes!! XD
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