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sábado, 13 de setembro de 2008

Dá-me a Mão


Hoje de manhã acordei e decidi escrever alguma coisa acerca de "dar a mão". Cheguei aqui, cliquei em "Escrever nova Mensagem", e confrontei-me com um grande problema: não conseguia. Após ter escrito quatro linhas, apaguei-as, e resolvi mostrar, apenas, aquilo que queria ilustrar com palavras.

Dar a mão é amparar o outro, para que não caia.

Tiago.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Hanjo I

Hey! Olá a todos, obrigado por todas as visitas e pelos comentários, mas não tenho tido tempo para responder... quero que fique, no entanto, esclarecido que os leio a todos com o máximo de atenção!
Hoje venho-vos falar pela primeira vez acerca de um assunto que vai ganhar importância aqui no blog conforme nos formos aproximando de Junho.
Lembram-se de vos ter dito que uma das paixões da minha vida é o teatro, e que estou a frequentar um curso da Animateatro, de 6 meses? Ora bem, ontem recebi os textos do meu teatro final, e vamos trabalhar neles até final de Maio, sendo que em Junho vamos fazer 3/4 sessões para o público, ao longo das semanas...
Dividimos o grupo em 3, de forma a ficarem grupos de 2/3 pessoas... e eu fiquei com duas raparigas (de 20 e muitos e quarenta e poucos) a cargo de uma peça chamado "Hanjo", que se centra na espera e na ausência do amor, e que foi escrita há mais de 40 anos por Yukio Mishima.
A história representa a espera de uma mulher, Hanako, que há três anos que vive uma vida de ansiedade, esperando todos os dias pelo antigo amado, a única pessoa à face da Terra cujo rosto tem vida, e que se chama Yoshio. Uma amiga, Jitsuko, ajuda-a nessa dificil tarefa que é esperar, simplesmente ficar parada a esperar por alguém. Jitsuko apercebe-se de que o acto de espera torna-se uma dependência para Hanako, e, quando Yoshio chega finalmente, tenta impedi-lo de ver Hanako. Yoshio ignora e avança até Hanako, explicando-lhe quem é. mas a reacção de Hanako não é propriamente a mais esperada...
E mais não posso dizer, não vá aqui alguém querer ir ver a peça daqui a uns meses e já saber tudo! Eu represento a personagem Yoshio e, pelo que sei até agora do texto, da forma como ele se desenrola... e da forma como vou encarnar a personagem... estou ancioso para começar os ensaios! Vou-vos dando noticias... sayonara! :D

Tiago'

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

O Grito da Vida

Quero que este meu grito se espalhe pelo mundo. A vocês, que estão sentados em frente a um ecrã de computador, sem muito que fazer, apenas à procura de uma forma de matar o tempo visitando este espaço... gritem, sem receios (ou, se no local onde estiverem não puderem gritar, digam apenas!):

Vivam a ALEGRIA!
Construam a PAZ!
Formulem a ESPERANÇA!
Sintam o AMOR!
Aproveitem a LIBERDADE!



E espalhem este grito pelos vossos blogs, familiares... vivam o hino à vida. Vivam segundo o Grito. Segundo o Grito da Vida. Porque num grito consegui impôr todos os meus sentimentos humanos, todo o meu desejo a longo prazo, todos os meus sonhos compactados... tambémq uero que sonhem.
Gritem!

Tiago'

PS: Já não estou doente, para quem perguntou, e muito obrigado pela preocupação, Filoxera e Duartaranha! Como vêm: erguer a cabeça mandou os micróbios embora!!

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Amor

O Amor é como uma lente vermelha colocada por alguém à frente dos nossos olhos: todo o mundo passa a ser daquela cor, e passamos a estar iludidos no nosso dia-a-dia.
O Amor é perigoso. O amor é sedutor. O Amor é perigoso. O Amor é apetecível. O Amor é perigoso.
O Amor é como uma lente azul: tudo o que não é dessa cor, passa a sê-lo... e ficamos dependentes das lentes, para continuarmos a ver o Mundo dessa forma.
O amor é dependência. O amor é esperto. O amor é dependência. O amor é prazer. O Amor é dependência.
O Amor é como uma lente amarela, faz-nos ficar focados apenas em alguém, e faz-nos ver toda a vida dependente do que o Amor quiser de nós.
O Amor é traiçoeiro. O amor é bonito. O Amor é traiçoeiro. O Amor é sorridente. O Amor é traiçoeiro.
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Mas nem tudo o que parece assim o é. Não olho para alguém e o condeno. Não oiço a voz de alguém e a desprezo. Não foco os olhos de alguém e fujo. Mas também não é tão facilmente que consigo fugir a esses preconceitos. Porque o amor é bonito, sorridente, esperto, apetecível... mas também é dependência, perigo e traição.
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O Amor é como uma venda. Temos de andar às cegas à procura do nosso único objectivo, que nos segredam ao ouvido: viver.

Tiago'

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

A força das palavras.

O poder dos sentimentos está, muitas vezes, escondido nas palavras. Por exemplo, eu tenho o poder de vos fazer sentir frio, se forem minimamente sensíveis no que toca a lerem. Vamos experimentar.

Quando acordei senti de imediato o frio gélido atingir os meus pés. Não é que tinham saído para fora dos lençóis? logo aquela noite que fora tão desagradável, tão fria... e a lareira?! Apagada, como tantas vezes acontecia! E esqueçera-me de fechar a janela, daí o vento gélido que se fazia sentir no meu quarto que, só por si, não era muito aconchegante: o chão era de pedra e as paredes tinha ranhuras.

Não vou fazer apostas, mas muito provavelmente consegui fazer-vos sentir o que tentei transmitir: frio e desconforto. Experimentemos agora uma sensação de nervosismo.

Como estaria ela? Ouvira dizer que fora chocar frontalmente com um camião a 70 Km/h e que tinha voado da mota uns 30 metros... o médico não me dizia nada, e eu ali, sentada, à espera de receber notícias... a minha filha a ser operada aos inúmeros traumatismos... podia até não resistir... mas nem queria pensar nisso! Não tinha esperança, não tinha vontade de viver... só queria saber como ela estava... sobreviveria? Voltaria a falar com ela?

A constante está lá: o pânico e o nervosismo, aliados à tristeza. Por último vou terminar com uma última frase.

Amo-te.

Será preciso dizer mais alguma coisa? =)

Tiago'


terça-feira, 23 de outubro de 2007

Dependências

Já ouvi dizer por aí, tanto em meios de comunicação como até em várias conversas o seguinte:

"O Ser Humano é muito influenciável! Uns fazem uma coisa, os outros vão logo a trás!"

Não me parece que esta afirmação esta correcta. O Ser Humano? O Ser Humano é talvez dos animais menos influenciáveis, por ter um cérebro com capacidade de decidir se quer ou não seguir os caminhos dos outros, sejam eles bons ou maus! Mas hoje vinha-vos falar mais dentro da área das dependências.

Quando se fala em dependências, pensa-se logo em 3: Tabaco, Álcool e Droga. Estar dependente de algo é sempre mau, mas por outro lado o objectivo da dependência determina o grau da gravidade. Por exemplo, se uma pessoa estiver dependente dos seus pais, por incapacidades físicas e mentais, isso é mau. Por outro lado, as pessoas dizem logo: "Ah, essa criança vai precisar de muito mais amor e carinho!" Muito mais? Não é previsto TODAS as crianças receberem TODO o amor que possa existir? E o que é afinal o amor? A atenção? As brincadeiras? Os mimos?

Estar dependente é mau. Estar dependente dos doces é mau. Estar dependente dos legumes é mau. Estar dependente do cafe (como muita gente está, arrisco mesmo a dizer que á a maior depêndencia do país) é mau. Estar dependente de brincadeiras é mau. Porque dependência é exagero. Não é moderado, mas sim exagerado. Não vive sem aquilo. Logo, não devemos esperar estar dependentes, mesmo que seja de uma coisa boa.

Pode tornar-se má.

Tiago
PS: Adorava que participassem nas votações na coluna ao vosso lado direito :)