terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Livros dos meus tempos de criança


Pelo título até parece que já sou um velhinho, quando ainda estou a coisa de cinco meses de fazer apenas 16 anos. Uau, nunca tinha pensado que faltava tão pouco. Os 15 estão a passar rápido de mais. O tempo escapa-se pela ponta dos dedos... enfim, não há de ser nada. A Filoxera desafiou-me a falar um pouco sobre os livros que marcaram a minha infância. Hm... complicado mas interessante.

Sempre gostei bastante de bandas desenhadas, desde Tio Patinhas, passando por Donald, mas, curiosamente, nunca gostei muito do Mickey. Outros livros que gostava eram aqueles do género "365 histórias", que tinham pequenos contos para se ler um por dia.

Uma colecção chamada "dicionário por imagens", ainda na edição antiga, porque se bem sei actualmente eles modoficaram algumas coisas. Tinham diversas temáticas: O Natal, a Natureza, a Montanha, o Espaço, os Animais, a Biblia... eu deliciava-me com aqueles livros.

Depois, numa fase um pouco posterior, comecei a ler Tintim, e a colecção "Uma Aventura". Também títulos como "O Principezinho" (este já reli entretanto umas quatro vezes!) e "As Crónicas de Spiderwick" foram interessantes de ler.

Por fim, e penso que este livro marcou o final dessa infância ao nível da literatura, "Eragon". Li-o com 11 anos e modificou os tipos de livros que comecei a ler para sempre. Tal como fiquei há pouco tempo orgulhoso por ter conseguio escrever 50.00 palavras em um mês, fiquei também orgulhoso há quatro anos quando li 400 páginas num livro pela primeira vez.

Actualmente, muito pouco ou nada do que leio se equipara a leituras leves. Do fantástico ou romance histórico, passando pela psicologia, filosofia e ficção científica, são os géneros que mais gosto actualmente. Além de bandas desenhadas, obviamente!

Desafio também a falar sobre os seus livros de infância as seguintes pessoas aqui do mundo dos blogs: O Francisco/Kiko (que também deve ter isto bem fresco na memória =P), O Sofá Amarelo (que há pouco tempo arranjou um novo... sofá amarelo!), à Isa (que tanto gosta de regressar ao passado nos "momentos seus") e à Patrícia (que já tem outra vez Internet e, espero, vá retomar o seu blog!)

Tiago.

domingo, 14 de dezembro de 2008

Toquei num Simba


Todos os anos vou pelo menos uma vez ao circo, e essa vez é normalmente por alturas do Natal. A empresa do meu pai ofereceu um bilhete de camarote, desta vez (foi no Coliseu dos Recreios), e fui com a minha família mais próxima. Não é que sou surpreendido a meio do espetáculo quando um homem da organização entra no nosso camarote com um leãozinho bebé nos braços... um autêntico Simba. Tinha o pêlo bastante limpo, os olhos de quem aparentava estar cansado, mas nada assustado. Colocaram-no no meu colo - e durante cinco segundos eu estive com ele nas mãos. Tiraram-me uma fotografia, e deram-ma; mas o que senti quando ele saiu foi uma eterna saudade que me disse: isto só acontece uma vez na vida. Adeus Simba!

Tiago.

PS: Era tal qual o da imagem! Mas ao vivo é ainda mais fofinho! XD

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Aviso


Uma coisa que não podemos fazer mesmo, porque é uma tremenda falta de responsabilidade, é não ligarmos atenção nenhuma a um aviso. Um aviso é sempre um amigo: serve para nos prepararmos, para conseguirmos fugir a tempo. Um aviso é como uma tolerância: temos a oportunidade de conseguir escapar.

Quem te avisa, teu amigo é. Há que saber aproveitar tudo o que nos é dado.

Tiago.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

*


Há momentos que são tão bonitos que dá vontade de chorar. Até há cinco meses atrás falava todos os dias com uma determinada pessoa. Desde há quatro meses que não conseguia entrar em contacto com ela. Hoje, finalmente, ouvi de novo a sua voz. Através de um telemóvel, mas ouvi.

Tiago.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

A Vida é Bela


Revi há dois dias o filme "A Vida é Bela" (já o tinha visto duas vezes antes, pois tenho a cassete), dirigido e protagonizado pelo óscar de Melhor Actor pela participação nesta mesma película: Roberto Benigni. É daquelas produções cinematográficas que fazem rir e chorar ao mesmo tempo. Uma espécie de molho agridoce. Entrando para o lado metafórico, assiste-se a uma batalha protagonizada pela alegria, a tentar não se afogar num mar de tristeza e horror.

É passado durante a segunda guerra mundial. Guido, um italiano judeu, é apanhado e levado com a família para um campo de concentração. O que acontece é que ele era uma pessoa extremamente divertida e que não se deixa desanimar. E está convencido que não vai dizer ao filho de cinco anos a verdade. Por isso, disfarça todo aquele horror como sendo um jogo: quando chegarem aos mil pontos, podem sair dali.

Emocionante, e um dos meus filmes favoritos a par d'As Horas.

Tiago

domingo, 30 de novembro de 2008

A minha prenda do post nº100 do blog!



É a todos vocês que dedico esta vitória no Nanowrimo. A todos vocês que me lêem desde o ano passado. Aos que me deram força este ano, e o ano passado; a todos os que não apoiaram. A todos os que por cá passaram. A todos os que leram.

Este blog ajudou-me. Não propriamente o blog, mas as mensagens que cá deixaram de apoio. Escrever 50.000 palavras durante o mês de Novembro, numa história minimamente coerente, dá trabalho. Custa. Não tenho vergonha nenhuma de afirmar que cheguei a desesperar em um ou dois dias, se me lembro no dia 5 e no dia 11. Cheguei mesmo a chorar, desiludido. Como eles dizem, na organização, o nanowrimo é um caminho... um percurso... com muitos obstáculos... mas quando chegamos ao fim... gritamos de alegria. Foi o que eu fiz. Corri pela casa. Gritei a plenos pulmões. Consegui. Consegui. Consegui.

Obrigado a todos! Obrigado, nesta que a 100ª reflexão deste blog. Apesar de ter conseguido ganhar o Nanowrimo, ainda me faltam dois capítulos para terminar de facto a história. Vai ser a minha maior alegria deste ano. Mas agora sem tempo limitado...

OBRIGADO E... WHOOOOHOOOOOOOOOOO!!!!!!!

Tiago.

PS: Eu tinha o meu leitor de MP3 a tocar músicas aleatórias enquanto escrevia. A que está a tocar foi a que estava a tocar quando cheguei 50.000 ^^ Fort Minor - Where you Go.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Os últimos 3 dias

Entre hoje, amanhã, e domingo, vou escrever 9.000 palavras. É um compromisso que assumo com vocês. Segunda-feira, dia 1, venho cá dar-vos novidades. Agora vou tentar acabar a minha história.

Obrigado a todos os que me têm ajudado. Isto é de facto difícil, mas tenho a sensação de que vou conseguir.

Só mais 9.000...........

Tiago.

PS: A música que estão a ouvir é de Tiago Bettencourt, e podem ler a letra num post antigo aqui do blog: http://reflexoesexteriores.blogspot.com/2008/01/o-campo.html

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Pé a fundo!

É verdade. De repente, a história deu uma volta de 180º, e passou de algo chato e monótono (a mim, cada capítulo parecia-me ser mais do mesmo) para um autêntico thriller violento como nunca escrevi. Há coisas que até a mim me custam escrever, de tal forma que já cheguei a ter de apagar coisas que me faziam impressão.

Senti que era necessário esta mudança para que continuasse a um bom ritmo, porque ao menos não é uma coisa monótona. Devemos deixar-nos ir ao sabor do vento. Ao sabor da imaginção, neste caso.

32000 palavras... 46 páginas A4...

Tiago

PS: A tocar: Too Close for Confort, Marta Hugon.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

O Princípio do Fim...

Sim, estou durante a semana 3 do NanoWrimo. Segundo os organizadores do evento, é nesta altura que devemos começar a abrir as portas para a recta final. Vou com 26500 palavras, menos 3000 do que o previsto para o dia de hoje. Mesmo assim, estou contente com o resultado, e vou-me esforçar por levar esta história até ao fim!

Muito obrigado aos que têm deixado comentários de apoio! Acreditem que me têm ajudado! Nos momentos mais dificeis, em que não tenho inspiração, venho cá relê-los e ganho de novo forças!

Tiago.

PS: Uma das leitoras deste blog faz anos hoje. Parabéns Kath!

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

... 21000 ...

A história está a andar bem, a olhos vistos. Depois de ter ultrapassado a crise do dia 5 (quando eu falo em crises é em momentos em que não escrevo e que não tenho ânimo para continuar) e da do fim de semana passado... desde segunda feira que está a correr melhor. Brevemente darei mais pormenores, mas para já posso dizer que a história se chama PRESO, e que fala de um homem que é posto na cadeia, estando totalmente inocente.

31 páginas em letra 10... 21000 palavras...

The show must go on.

tiago.

PS: Desculpem não estar a colocar aqui mais reflexões! Mas, como já expliquei no dia 31 de Outubro, este m~es de Novembro é quase completamente dividido entre escola e escrita!